
(para Tatyane Luíza)
tudo passa pelos arcos do sexo:
a lua que acabei de afundar no teu ventre,
os poemas da noite fluorescente de rock e pêssegos em caldas,
a alegria de viver as manhãs sem culpas
com a glande na mão faço fontes de leite-mãe
jorrarem sob teu peito-globo-terrestre,
sob tuas nádegas marinhas encrustadas de perolas
o peixe cor de beijos
nada por dentro da tua espinha,
pelos meandros dos panos
que ora cobrem teu talho
(edu planchêz)
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uau! e pele de doce deleite!
ResponderExcluirbelo! bjbjbj